por PP Isaac em 27 de agosto de 2009 às 11:59.
Após inúmeros problemas com drogas, que a afastaram dos estúdios de gravação por sete anos, Whitney Houston finalmente conseguiu forças para seu tão ensaiado e aguardado comeback: o álbum “I Look To You”.
De quebra, ela reuniu uma ótima equipe para compor as músicas, como seus colaboradores de longa data Diane Warren e David Foster, além de Akon, Alicia Keys e Stargate.
Como não podia ser diferente, boa parte das músicas deste álbum falam de superação e de arranjar forças dentro de si mesmo, como o primeiro single “I Didn’t Know My Own Strengh”, que, aliás, é uma das músicas mais consistentes do álbum.
O bacana é que essa mensagem de superação é passada de uma forma positiva, como na faixa “Nothin’ But Love”, que diz para darmos apenas amor, mesmo à queles que nos prejudicaram.
Outra que merece destaque é a faixa que abre o álbum, “Million Dollar Bill”, escrita pela Alicia Keys. É uma música uptempo, com uma batida retrô e letra que fala sobre encontrar o homem perfeito. O melhor dela é realmente a pegada anos 70, mas também não traz nada muito novo.
No final, o álbum com suas 11 faixas não inova em momento algum. Fica claro que Whitney preferiu jogar de maneira segura e gravar baladinhas que lembram seus grandes hits do passado. Ainda assim é um bom trabalho e quem sabe seja melhor dar um passo por vez. Mas continuamos esperando por um álbum melhor, no estilo do incrÃvel “My Love Is Your Love”.
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Não é um disco ruim. Até que gostei, mas esperava mais da Whitney, não apenas pela mulher talentosa que é, mas também pelo excesso de publicidade feito em cima disso.
É um disco que poderia funcionar perfeitamente para várias outras cantoras.
[...] O retorno de Whitney [...]
[...] “I Look To You” foi esperado com ansiedade, e não apenas por fãs. Qualquer um que já se emocionara e viu o estado em que a estrela desfilava em sua má fase, tinha uma pontinha de desejo em ver uma Whitney mais estável. [...]
Um trabalho incrÃvel tem sido feito para acabar com a homofobia nos esportes. Essa é uma parte de mim que amo. Gosto de ser conhecido como gay. Eu enxergo como algo positivo ser conhecido como tal.
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