Áustria, Chile, Portugal e o casamento homossexual

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por Redação em 15 de dezembro de 2009 às 22:52.

O Parlamento da Áustria aprova o casamento entre homossexuais. Militantes chilenos acreditam que o casamento gay pode se tornar real com a vitória de um candidato à presidência pró-LGBT. Em terras portuguesas militantes recolhem assinaturas a favor de um plebiscito que decidirá sobre o casamento gay.

O casamento homossexual pelo mundo

O casamento homossexual pelo mundo

Saiba mais sobre a situação do casamento gay nesses três países.

Áustria
Na última quinta-feira, 10 de dezembro, o Parlamento da Áustria aprovou o projeto de lei que permite a união civil entre homossexuais. Em vigor a partir do dia 1º de Janeiro de 2010, a lei concederá aos casais homossexuais os mesmos direitos e benefícios dos heterossexuais.

Mesmo enfrentando forte resistência dos partidos e representantes políticos que rejeitaram o casamento gay na Áustria, a lei foi aprovada com 110 votos a favor contra 64 – um número considerado bastante significativo.

Chile
De olho em novas políticas favoráveis aos cidadãos LGBT, o Movimento de Integração e Liberalização Homossexual (Movilh) já escolheu seu favorito para a presidência do país – que será decidida em segundo turno no dia 17 de janeiro de 2010.

O presidente Eduardo Frei recebeu apoio oficial do movimento por ter se manifestado positivamente sobre inclusão social além de ter colocado em prática diversas ações para aprovação de questões pró-LGBT.

Uma pesquisa realizada em junho deste ano aponta que 63% dos chilenos são a favor do casamento homossexual no país.

Portugal
Enquanto o país fica em dúvida se realizará um plebiscito para que a população escolha se o casamento gay deve – ou não – ser aprovado, militantes LGBT se anteciparam à decisão e começaram uma campanha a favor.

No último domingo (13), os militantes recolheram mais de mil assinaturas a favor do plebiscito sobre o casamento entre homossexuais.

De acordo com um dos integrantes do movimento “é essencial que haja um plebiscito pois a decisão não pode sair da mão de apenas 233 deputados que não representam a real vontade dos cidadãos de Portugal”.

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