Censura virtual em escolas do Tennessee

Escolas usam filtro discriminatório para definir o que os alunos podem acessar. Continue lendo

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por Redação em 28 de maio de 2009 às 08:33. Última alteração em 28 de maio de 2009 às 08:34.

Duas escolas do Tennessee, Estados Unidos, estão sendo processadas por usar um filtro na internet que impede os alunos de acessarem conteúdo “impróprio”. No pacote de “sites proibidos”, estão os sites de sexo e qualquer site destinado para gays e lésbicas, inclusive os sites de conteúdo e militantes como o a GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation) e a entidade que luta pelo casamento gay nos Estados Unidos. Entretanto, os alunos que quiserem acessar sites que prometem transformar homossexuais em héteros não enfrentarão problema algum já que os mesmos estão liberados.

“Permitir que acessem sites que apresentam um lado do assunto, enquanto bloqueiam sites que apresentam o outro lado é ilegal e discriminatório. Essa censura discriminatória não contribui para manter as crianças a salvo dos materiais que podem ser prejudiciais, apenas prejudica-os por tornar impossível acessarem materiais educacionais importantes”, dispara Catherine Crump, advogada responsável pelo caso.

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