Decradi apura morte de Marcelo

Grupos neonazistas são os principais suspeitos da investigação. Continue lendo

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por Redação em 20 de junho de 2009 às 20:56. Última alteração em 20 de junho de 2009 às 21:00.

A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) começou ontem (19) as investigações da morte de Marcelo Barros, de 35 anos. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o inquérito instaurado na 1ª Delegacia Seccional Centro como lesão corporal seguida de morte passou para as mãos de Margarete Barreto, titular da Decradi.

O envolvimento de grupos neonazistas e white powers é o principal foco da investigação, já que testemunhas revelam ter visto um grupo com características semelhantes perto de uma estação do metrô após o crime.

A polícia aguarda a autorização da quebra de sigilo do celular de Marcelo, vendido em uma feira livre, e acredita encontrar pistas que leve aos criminosos.

Segundo dados do CET cerca de 200 pessoas se reuniram na noite passada (19), no bairro da Vila Madalena, em ato de protesto e homanegem à morte de Marcelo.

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