Igrejas não podem recusar a adoção de pais gays
Tribunal da Grã-Bretanha ordena que todas as instituições de adoção devem tratar pais homossexuais sem distinção. Continue lendo
por Redação em 04 de junho de 2009 às 21:43. Última alteração em 04 de junho de 2009 às 21:45.
As instituições Católicas de Adoção que se recusaram a oferecer crianças para casais gays estiveram no tribunal na última terça (3).
Os juízes notificaram que as instituições de caridade, responsáveis por encontrar lar para centenas de crianças por ano , estarão infringindo a lei ao se recusar aceitar a adoção de casais do mesmo sexo.
Algumas instituições Católicas precisarão escolher entre abandonar os serviços de adoção prestados ou os princípios religiosos. Uma diocese já se manifestou informando a possibilidade de encerrar os trabalhos de caridade quem envolvam adoção.
O Programa de Regulamentação para Orientação Sexual de 2007 instituiu que as organizações e empresas não devem agir de forma discriminatória com os gays, fazendo com que algumas instituições adotivas também não se recusassem a auxiliar casais do mesmo sexo na adoção de crianças.
Na terça-feira (2) a ordem chegou às igrejas Católicas, que apelaram à causa. “Discriminar às solicitações de adoção por casais homossexuais é um princípio da Organização Católica (…) e se as instituições Católicas devem atender a todos sem distinção então é melhor encerrar os serviços que envolvem a adoção”, revelou o porta-voz da diocese de Leeds.




