por Redação em 17 de junho de 2009 às 10:59. Última alteração em 17 de junho de 2009 às 11:01.
Na última terça-feira (16), a Escola Estadual José Chediak convocou os pais dos alunos para uma reunião extraordinária. O objetivo era esclarecer a polêmica acusação que sofre a professora de educação física, Érica dos Santos.
Os pais dos alunos, que têm a escola como referencia de ensino, defenderam a professora, elogiando a sua postura profissional.
“Ela sempre teve postura profissional. Talvez tenha errado em ser amiga das meninas, mas nunca deixou de cumprir com as obrigações na escola.”, revelou a pedagoga e mãe de um aluno, Marta Paccanari, de 46 anos.
A garçonete Ilséia Leandro e o supervisor de segurança Artur Batista de Lima, ambos pais de outros alunos da escola, questionaram a postura da mãe que acusou a professora de aliciar a filha, atentando para a sua homossexualidade.
“Ela falou que a filha perdeu a identidade porque foi influenciada, não aceita que ela é homossexual e quer culpar alguém”, revelou a garçonete de 39 anos. Já Artur, de 45 anos, disse: “Não é a escola que define a opção sexual das pessoas”.
Hoje deve ser encaminhado à Justiça o inquérito indiciando a professora e sua ex-estagiária, Karina de Souza Jesus, de 22 anos, por corrupção de menores.
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Um trabalho incrível tem sido feito para acabar com a homofobia nos esportes. Essa é uma parte de mim que amo. Gosto de ser conhecido como gay. Eu enxergo como algo positivo ser conhecido como tal.
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