Uganda: Líder da oposição quer acabar com a criminalização da homossexualidade

País elege novo presidente no próximo dia 18 de fevereiro. Continue lendo

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por Redação em 12 de janeiro de 2011 às 15:36.

O líder do partido de oposição Kizza Besigye, que está disputando a presidência de Uganda, planeja acabar com a criminalização da homossexualidade no país se for eleito.

Se for eleito, Kizza Besigye pretende acabar com a criminalização da homossexualidade em Uganda (Foto: REUTERS/James Akena)

Se for eleito, Kizza Besigye pretende acabar com a criminalização da homossexualidade em Uganda (Foto: REUTERS/James Akena)

De acordo com Besigye, a polícia tem assuntos mais importantes para se preocupar do que investigar quem é ou não homossexual, mas garante que essa é apenas sua opinião e não representa necessariamente o desejo de todo o partido.

Ao longo de 2010, a homofobia em Uganda foi destaque na mídia internacional. O deputado David Bahati apresentou o projeto de lei que prevê a pena de morte pelo crime de homossexualidade gerando reações de entidades de direitos humanos em todo o mundo. A lei não foi aprovada e o atual presidente Yoweri Museveni – que também disputa as eleições – demonstrou preocupação com o impacto negativo que ela causaria nas relações internacionais do país.

No início deste ano, o jornal semanal Rolling Stone foi punido por desrespeitar o direito à privacidade ao publicar os nomes e fotos de militantes gays do país.

O novo presidente de Uganda será eleito no próximo dia 18 de fevereiro.

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